Facebook, a maior rede social

Se você ainda não tem seu passaporte para o maior país virtual está perdendo a oportunidade de interagir com mais de 500 milhões de pessoas. O Facebook torna-se a maior rede social de todas, consolidando a liderança ao desbancar Orkut, MySpace, Twitter e Cia.

A história do Facebook é bem interessante, pois ele surgiu na universidade de Harvard e foi concebido para ser a versão digital do The Harvard Facebook - livro com o perfil dos alunos, professores e funcionários da universidade, distribuido aos calouros. A grande sacada foi não somente ter transportado o livro para o mundo virtual, mas ter conectado os alunos com interesses em comum.

A pessoa responsável pelo projeto é Mark Zuckerberg de vinte e poucos anos e que atualmente é mais rico que Steve Jobs. Isso mesmo, ele acaba de tornar mais rico que que o dono da Apple. E tem também um brasileiro, Eduardo Saverin é um dos co-fundadores do Facebook, juntamente com Mark Zuckerberg e outros. Ele é dono de 5% de participação do Facebook, no valor de 1,1 bilhões de dólares. Ele nasceu no Brasil, mas se mudou para Miami em meados de 1990.

Os números do Facebook

São mais de 500 milhões de usuários, com um total de 700 bilhões de páginas visitadas por mês. Esse números representam a presença dessa rede social na internet, 9,8% de todo o tráfego dela passa pelo Facebook. 60 milhões de atualização de status por dia e 5 bilhões de atualizações de links, posts e álbum de fotos por semana.

O Orkut, do Google, perde para o líder mundial Facebook em quase todos os países em que ambos os sites de relacionamento atuam. A exceção fica por conta de Brasil e Índia. No Brasil, a liderança do Orkut permanece tranquila. De acordo com os números da ComScore, a rede social do Google no país conta com 29 milhões de visitantes por mês, contra apenas 8 milhões de brasileiros que visitam mensalmente o Facebook.

Comparativo Facebook x Orkut

Os usuários do Facebook interagem com 85% do que é oferecido da ferramenta, enquanto que no Orkut - Plataforma mais utilizada no Brasil com o mesmo objetivo do Facebook, apenas 60% dos usuários interagem com toda a ferramenta. Segundo pesquisa Nielsen os usuários do Orkut têm mais interesse em atualizar o álbum de fotos, enquanto que apenas 40% dos entrevistados disseram responder os scraps, e pasmem, 80% desses usuários não haviam observado a publicidade que está na home do site, onde digitamos nosso login e senha. Já no Facebook o usuário interage por completo com a ferramenta, e principalmente com os aplicativos disponibilizados pela plataforma.

Devemos observar o Facebook não somente como mais uma nova ferramenta de marketing, onde venderá a marca da empresa, mas sim como uma nova forma de interagir com o seu público-alvo, e isso implica, para as empresas e agências de publicidades em não “importunar” os usuários da rede com propagandas fora de hora, anúncios pop-up ou qualquer outra forma de tentar empurrar o produto para o consumidor, como já estão acostumados a fazer nas mídias tradicionais. Nas redes sociais essa é uma forma muito mais invasiva e não-inteligente de utilizá-las como ferramentas de negócios, a melhor forma é utilizá-la como ferramenta de aproximação do público.

04.10.10

A viagem dos seus sonhos pode virar um pesadelo

As redes sociais vieram para ficar. Os dados comprovam a força desse fenômeno na internet no mundo e principalmente no Brasil. Somos mais de 80 milhões de usuários conectados, mais de 60% acessando redes sociais e passando mais de 41 horas por mês entre Twitter, Facebook, Linkedin, Orkut e outras tantas. Com tanto tempo nas redes sociais é preciso tomar cuidado com o que vai parar na internet e quem tem acesso à essas informações.

Um fato que me surpreende nas redes sociais é que grande parte dos usuários do Twitter não gostar de seguir outros usuários, mas encontramos o efeito contrário no Facebook, onde mais de 90% das solicitações de amizades são aceitas.

Se sua conta no Twitter não tiver os tweets protegidos, tudo que for publicado nela pode ser visto por qualquer pessoa, e se você aceita soliticações de amizades do Facebook sem saber realmente quem solicitou, você está colocando em risco a segurança da sua família e patrimônio por deixar desconhecidos terem acesso em suas informações.

Não existe nada mais gostoso do que compartilhar os bons momentos que passou com as pessoas que você gosta. Mas é preciso saber compartilhar informações com segurança. Muitos usuários comentam nas redes sociais sobre futuras viagens e algumas vezes isso pode ser muito prejudicial, pois nunca se sabe quem poderá ler suas mensagens antes da sua viagem.

Vamos analisar um situação onde um usuário compartilha com seus amigos que fará uma viagem de 10 dias e que está preocupado com seu cachorro da raça Yorkshire ficar sozinho todo esse tempo na sua casa.

@Usuário_Fictício: Vou passar 10 dias viajando para a Patagônia e meu Yorkshire ficará sozinho em casa

Essa informação deveria ser compartilhada apenas com pessoas mais íntimas e próximas do usuário, jamais pode ser pública por colocar em risco o patrimônio dessa pessoa. Hoje em dia é possível um monitoramento nas redes sociais e cruzar dados de uma com outra rede é simples. O usuário acima pode não publicar seu endereço no Twitter, mas uma busca mais detalhada nos dados do Facebook, linkedin e Orkut podem revelar essa informação.

Tenha muito cuidado com as informações que compartilha nas redes sociais para não voltar da viagem dos seus sonhos e ter o maior pesadelo da sua vida: encontrar sua casa assaltada. Já sei, você vai falar que estou exagerando, que não é assim. Tudo bem, dê uma olhada nesse site para continuarmos: http://pleaserobme.com/

Apresento-lhe o Please Rob Me, um site que rastreia residências vazias pelas redes sociais e as lista para criminosos. Tudo bem, é ilegal isso. Mas esse website não é removido da internet e segundo o Alexa Rank, o acesso à esse website tem crescido muito. Se os criminosos já possuem uma rede social onde podem verificar quais casas estão vazias e por quanto tempo, dá para imaginar que está mais evoluído do que você pensava. O crime é organizado e digital!

Tanto nas redes sociais, mensagens eletrônicas e email, tente não expor muitos dados pessoais como endereços, telefones e principalmente informações de ausência por longos períodos. Procure mantes essas informações num círculo fechado de amigos e nunca torne-as pública, para sua segurança.

Fazer a viagem dos seus sonhos é o máximo e querer compartilhar isso com as pessoas é natural do ser humano, mas procure compartilhar apenas com seus amigos usando mensagens privadas nas redes sociais, apenas para os amigos que você realmente conhece. Assim você garante que suas mensagens de felicidade por fazer a sua viagem dos sonhos não sejam usadas de má fé.

E não esqueça na volta de compartilhar suas experiências, fotos e vídeos da viagem na rede social. Agora sim, você pode usar a rede sem moderação.

27.03.11

130 Livros de Rede Social e Marketing Digital

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)

02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)

03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)

04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)

05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)

06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

07. Televisão e realidade (Itania Gomes)

08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)

09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)

10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)

11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)

12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)

13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)

14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)

15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)

16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)

17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)

18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)

19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)

20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)

22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)

23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)

24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)

25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)

26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)

27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)

28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)

29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)

30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)

31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)

32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)

33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)

34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)

35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)

36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)

37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)

38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)

39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)

40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)

41. Comunicação e poder (org. João Correia)

42. Comunicação e política (org. João Correia)

43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)

44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)

45. Jornalismo e espaço público (João Correia)

46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)

47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)

48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)

49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)

50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)

51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)

52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)

54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)

55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)

56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)

57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)

58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)

59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)

60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)

61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)

62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)

63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’

64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)

65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)66. A internet em Portugal (OberCom)

67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)

68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)

69. Cultura digital.br (orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)

70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)

71. História das relações públicas (Cláudia moura)

72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)

73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)

74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)

75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)

76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)

77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva) 

78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)

79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)

80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)

81. Manual de sobrevivência online (Leoni)

82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)

83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)

84.  Design e ergonomia  (Luis Carlos Paschoarelli)

85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)

86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)

88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)

89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)

90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)

91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)

92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)

93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)

94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)

95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)

96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)

98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)

99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)

100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)

101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)

102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)

103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)

104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)

105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)

106. Cultura livre (Lawrence Lessing)

107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)

108. Guia da reputação online (António Dias)

109. I Pró-Pesq - Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)

110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)

111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)

112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)

113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

114. Escola de redes (Augusto de Franco)

115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)

116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)

117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)

118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)

119. Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)

120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)

122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez) 

123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)

124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)

125. Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)

126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)

127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)

128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)

129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)

Fonte: http://www.blogmidia8.com/

08.05.11

Infográfico! Facebook: caminho para o IPO

17.06.11

Cartão de Visitas - Estilo Facebook

Business Cards Based On Facebook Timeline Pages

15.05.12